A campanha #4GParaEstudar apoia 31 pré-vestibulares comunitários espalhados por 10 estados do Brasil. Arrecadamos 600 mil reais para garantir planos de internet por 3 meses para 4.625 estudantes de periferia!

Os pré-vestibulares comunitários atuam há anos para diminuir a desigualdade de acesso à universidade pública, garantindo educação de qualidade em espaços abandonados pelo estado.

Conheça aqui os cursinhos apoiados!



É responsável por 5 cursinhos na periferia de São Paulo e de Itapecerica da Serra. Atende 350 jovens, e, em seis anos de trabalho, já colocou mais de 200 deles na universidade.




Atua desde 2017 em comunidades da região metropolitana de Vitória/ES. Com cerca de 100 voluntários(as), entre professores e coordenadores, já atenderam mais de 3 mil pessoas.




Atua há 19 anos no Recife/PE, com reserva de 10% de suas vagas para transsexuais e travestis. As aulas são realizadas no Centro de Educação da UFPE e o projeto conta com uma equipe psicopedagógica, que aposta na formação formação integral dos indivíduos.




Inaugurado em 2017, é mais um projeto articulado pelo grupo artístico Os Arteiros, que já tem mais de 10 anos de trajetória e de resistência dentro da favela da Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. É composto por 3 coordenadoras, todas crias da comunidade. Atualmente tem capacidade pra receber de 30 a 40 alunos.




O +Nós é uma rede de pré-vestibulares que existe há 5 anos e possui diversas unidades pelo estado do Rio de Janeiro. Em Duque de Caxias, oferece aulas de teatro, reforço para escolar para crianças e preparatório para concursos, além do preparatório para os vestibulares. A aprovação anual é de cerca de 50% da turma, composta majoritariamente por negros e favelados.




Criado no final de 2019, foi desenvolvido com as metodologias da educação popular e estruturado para funcionar na Casa da Utopia, em Niterói/RJ. Inicialmente foram selecionados 20 jovens, com os critérios de residir na cidade de Niterói e possuir até 2 salários mínimos de renda familiar. Com a pandemia, passaram a funcionar com aulas online, aos sábados, e chamaram os alunos que ficaram na lista de espera. Atualmente tem 35 estudantes.




A Casa de Educação Popular foi criada em 2013 no contexto da construção da Usina hidrelétrica de Belo Monte em Altamira Pará. Hoje atua em 16 municípios do estado e já aprovou 702 jovens em Universidades públicas e alfabetizou 788 trabalhadores na região do Xingu e Transamazonica.




O projeto foi criado há 11 anos e hoje, além do vestibular/enem e tem pré técnico (com preparatório para adolescentes entrarem no Pedro II, Faetec, IFRJ - colégios técnicos e etc), pré militar, pré encceja e grupos de estudo. Já tiveram 482 aprovações até o momento.




O MedAcesso é um projeto de extensão da faculdade de medicina da UFMT Cuiabá criado em 2019. No 1o ano já aprovou 15 alunos em cursos com alta concorrência. Passou a ser o maior projeto de extensão da UFMT, mesmo sem verbas diretas da universidade ou bolsa, sobrevivendo de parcerias com outros cursinhos e doações.




O PVC atua há 15 anos e já aprovou 1650 estudantes nas Universidades e faculdades públicas. A seleção é feita pela análise da situação socio-econômica dos nossos estudantes são oriundos de escolas públicas. Ao entrar na faculdade el@s mudam não só suas vidas, mas das pessoas que vivem ao seu redor, viram referências. Todos os professores e professoras são 100% voluntários.



O Núcleo Independente e Comunitário de Aprendizagem (NICA), situado no Jacarezinho no Rio de Janeiro, atende 38 alunos e começaram o projeto no ano passado.




Criado em janeiro de 2019 em Recife, o projeto está localizado no Erem Othon Paraíso e no Erem Padre Nercio, ambos bairros da periferias de Recife/PE. Ao todo, conta com mais de 40 professores voluntários e 122 alunos nos dois polos, tendo aulas aos sábados.




Criado em 1994 em Recife/PE, funciona no Prédio de Engenharia da UFPE e atende cerca de 700 estudantes, com um time de 68 professores voluntários. Além das aulas pré-ENEM aos sábados, realiza também atividades motivacionais e psicológicas dentro e fora da região metropolitana de Recife.




O cursinho é um projeto de extensão da UFMG, formado por estudantes da própria universidade. Oferece preparatório para o Enem e também para o ingresso ao ensino técnico. Todo o trabalho é sustentado por doações, para garantir a oferta de cursos gratuitos para estudantes de baixa renda da grande Belo Horizonte.




Começou o seu projeto em 2013, com o nome de Cursinho Popular Resistência do Araguaia. Desde 2018, quando assumiu o novo nome, já teve mais de 100 alunos aprovados na universidade. Atualmente, 70% do corpo discente envolvido no projeto é formado por ex-alunos. O pré-vestibular atende a juventude periférica de Marabá, sudeste do Pará, no interior da Amazônia.




Em funcionamento desde 2004 em Campinas/SP, atende em média 200 estudantes, com uma aprovação de cerca de 35 estudantes por ano. Todos os estudantes são oriundos de escolas públicas e a maioria das periferias de Campinas e região. O corpo discente é formado por 100 pessoas, todas voluntárias.





O projeto Sou crânio começou em agosto de 2017 por um grupo de trabalho coordenado por graduandos ex-alunos do CEFET-MG, bem como por estudantes do ensino superior da UFMG. Já aprovou mais de 50 alunos em faculdades privadas e públicas. Além disso, em 2019 foi inaugurado também a preparação para o técnico (CEFET E COLTEC), que aprovou dezenas de alunos.




A rede de cursinhos populares Podemos + é um projeto de iniciativa do Levante Popular da Juventude, que atua nas universidades, escolas, campo e periferia do Brasil. Os estudantes são em sua maioria jovens que moram em comunidades de João Pessoa e região metropolitana. No ano de 2019 tiveram 6 educandos aprovados no ENEM e ingressantes na UFPB.




O Pré Enem Morro do Papagaio surgiu no final de 2018 com professores, professoras e pessoas que acreditam na potência da educação como a arma mais poderosa para mudar realidades e histórias. Na primeira turma (2019), 7 estudantes passaram em universidades sendo 5 públicas. Mais de 80% dos estudantes são mulheres negras e com renda familiar de até um salário mínimo.




O Cursinho Popular Edson Luís nasceu em 2014. Nós acreditamos na construção de cursinho populares como forma de transformar a realidade do universo acadêmico que ainda é bastante excludente. A metodologia utilizada é baseada nos estudos de Educação Popular de Paulo Freire, por isso a nossa construção do aprendizado acontece de forma coletiva.




O Portal UFPE é um pré-acadêmico gratuito da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE destinado, exclusivamente, as/aos estudantes da rede pública do ensino. Nos seus 17 anos de existência, temos aproximadamente 1100 aprovações, sendo, em média, 60 aprovações por ano.



Rede de articulação e formação de jovens e adultos moradores de regiões periféricas do Brasil que se organiza em torno de núcleos (do pré-vestibular à preparação para o mercado e concursos). A cada ano, são 1600 jovens atendidos. Dentre estes, 70% acessam universidade, passam num concurso ou conseguem um emprego.




É uma organização comunitária localizada no bairro Maria Ortiz em Vitória/ES. Criado em 2014, recebe uma média de 150 estudantes por ano. Em 2019, receberam o Prêmio "Guardiões da Natureza" pela FASE, em reconhecimento às aulas de educação ambiental para a comunidade.




Na ativa desde 2016, por uma educação emancipadora nas periferias, contabiliza 15 alunos aprovados e funciona dentro do Colégio Estadual Trasilbo Filgueiras, no Jardim Catarina em São Gonçalo/RJ. Tem o intuito de tornar possível o sonho dos moradores locais de ingressarem na universidade, principalmente os jovens negros da comunidade.



Inaigurado em 2016 em Belo Horizonte, o cursinho oferece aulas para cerca de 100 alunos, com uma aprovação anual de 10 a 15% nos vestibulares. Conta também com atividades extra-curriculares dedicadas à transformação social.




Fundado em 2016 em Porto Alegre/RS, foi acolhido como atividade de extensão do IFRS/Porto Alegre, sendo uma atividade vinculada ao Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas. Ao longo desses anos, já ofereceu vagas a 260 estudantes em vulnerabilidade socioeconômica, em especial pessoas pretas. Destes, cerca de 100 dos ex-alunos já acessaram o ensino superior.





A O UniFavela é um Pré-Vestibular que atua no complexo da Maré. Formado por jovens professores voluntários, em 2019 o UniFavela tornou-se um curso de extensão da UFRJ, tendo recebido menção honrosa. Em 2018, o seu índice de aprovação foi de 100%!




Criado em 2019 visando o retorno das pessoas afastadas das salas de aula há uns anos, o projeto visa além do ingresso ao ensino superior, uma integração com a região e descobertas científicas utilizando temáticas para relembrar as pessoas sobre o ecossistema sociedade e a história do local que vivem.




Projeto de extensão universitária vinculado à Unesp - Bauru que existe há 20 anos. Em 2019 tiveram 95 aprovações, sendo 52 em instituições públicas, 18 em instituições privadas e 25 em PROUNI e outros concursos. Tem 200 vagas distribuídas entre alunos de escolas públicas, cursos técnicos e bolsistas de escolas particulares.




O Cursinho FGV é um cursinho popular, criado por alunos da Fundação Getúlio Vargas em 2013, cuja missão é ajudar jovens de baixa renda a ingressarem no Ensino Superior, potencializando seu conhecimento por meio de ferramentas educacionais. Até hoje, já beneficiamos 1.118 jovens e proporcionamos 160 aprovações em universidades do país. Neste anos, contamos com 210 alunos e 53 docentes voluntários.




O pré-vest Multi fica no bairro da Várzea no Recife. Em2019, primeiro ano de projeto, aprovaram em média 12 alunos em Institutos Federais e Universidades públicas do Recife. O pré funciona aos fins de semana e contam com um Pré-Enem e um grupo de leitura voltado para a comunidade. Composto por jovens estudantes das universidades do Recife que também moram em comunidades da cidade e sabem as condições e dificuldades dos estudantes.
Por que entramos nessa?





O Nossas é um laboratório de ativismo que organiza pessoas para gerar impacto na sociedade. Acreditamos na educação como uma ferramenta para mitigar as desigualdades e criar novos futuros. Por isso, criamos campanhas de financiamento como o Somos Cria, para arrecadar fundos para pré-vestibulares comunitários do Rio de Janeiro, e outro financiamento para coletivos de favelas cariocas comprarem cestas básicas e máscaras para seus moradores. Depois da mobilização SemAulaSemEnem, que garantiu o adiamento do Enem, queremos apoiar pré-vestibulares pelo Brasil com o acesso à internet, para garantir uma universidade pública democrática e plural.

Para entrar em contato com a organização da campanha, escreva para contato@nossas.org